Quais são os diferentes tipos de tapetes?

Dhurie: De algodão cru, é ideal para áreas internas e pode incluir cores na composição. Tem toque seco e duro, trama bem apertada e é bem baixo.

 

Vinil: É uma peça resistente a alto tráfego e a intempéries. Tem toque de plástico e sua trama imita o sisal. Pode ser desenhado, com padrões geométricos, e a quantidade de cores acaba influenciando no preço.

 

Tear nacional: A maioria dos tapetes desse tipo vem de Minas Gerais. São simples, de lã ou algodão, e alguns têm tramas de aspecto artesanal.

 

Náilon: Faz sucesso pela praticidade e fácil manutenção. Há outras vantagens: ele não encolhe, não desbota, pode ser usado como carpete e atende a medidas específicas.

 

Pele: Há o que reproduz a forma do animal e deve ser de um matadouro certificado. O tapete de pele convencional pode ser de couro bovino ou sintético, e feito de retalhos costurados.

 

Rústico: Feito de fibras naturais, como sisal, seagrass ou mountain grass, tem toque mais áspero. É ideal para áreas de grande tráfego (secas). Pode estragar, se exposto à umidade e ao tempo.

 

Shaggy: É um modelo bem confortável, de pelagem alta e felpuda. Geralmente feito de náilon ou poliéster, é muito usado em salas de TV ou home theaters.

 

Convencional: Com espessura geralmente de 10 mm, tem pelagem média, mas não é felpudo. Pode ser de lã ou de seda – um exemplo é o persa.

 

Kilim (sem pelo): Feito de lã ou seda, é colorido, mais acessível, e indicado para áreas internas. Os de fibra de garrafa pet podem ficar em ambientes externos.

 

Aubusson: Hoje são raros os produzidos com a técnica original francesa. Se um fio se soltar, a peça fica comprometida. Trazem tons pastel, medalhão central e flores.

Fonte: Revista Casa e Jardim

 

Compartilhe este post

Olá, nossa loja virtual está passando por fase de testes, então não realize nenhuma compra no momento. Agradecemos a compreensão! Dispensar